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30.9.03

u bolu da pipoca

trin, trin
di
setembru
eh dia du bolu.
qualeh u bolu?
u bolu da pipoca.
congratuleichans pipoca!

27.9.03

O prenúncio de uma TV descente?!


uma luz no fim do túnel. a lástima que é a TV brasileira - com raros desafogamentos - vive o momento mais delicado e prazeiroso para quem tem noção do que é qualidade e detesta a poluição visual, sonora e intelectual: um dos maiores animadores - ou palhaço do século XXI, como queira - teve sua verdadeira identidade revelada em rede nacional.

qualquer bebê sabe que televisão em qualquer parte do mundo vive de anúncios, os quais só são eficiente se existir quem os assista, um cidadão economicamente ativo ou uma criança. o grande problema é colocar pessoas em frente a mágica telinha brilhante de vidro. contudo, no decorrer dos tempos foram sendo inventadas técnicas de "hipnotismo" a distância como as bundas, telejornais violentos,reality shows, "pegadinhas" e a mais nova tática, entrevista ao vivo com integrante de facção criminosa.

ops! entrevista ao vivo com integrante de facção criminosa?!

problema nº 1: bandidos não dão entrevista.
problema nº 2: caso algum deles dê uma entrevista, onde está a polícia? provavelmente assistindo a entrevista como os outros 300.000.000 de brasileiros.
problema nº 3: bandidos não são burros como atores que se fantasiam de bandidos e saem falando que vão matar meio mundo em rede nacional.

uma das fraudes foi contata (preste bem atenção! CONTADA e não descoberta), e de certa forma há a possibilidade da TV brasileira ganhar uma banho de gato com a água chamada qualidade. caso contrário deleitemo-nos na vergonha de "Augusto" Liberato.

P.S.: pobre João Kleber (ex-comediante e atual canastrão), acha que engana alguém.

26.9.03

ver não significa entender; ou melhor, ver não significa entender o que o outro viu. assim é a arte.

o que você está vendo aqui?

23.9.03

conselho de amigo:
mantenha-se limpo sempre!

21.9.03

Hummm...

bom que nem bombom
cor-de-rosa
e cheiro de pipoca...
bochecha vermelha
cama fofa
beijo na bochecha
abraço da mamãe
sorriso da maninha
apoio do papai
convite
seu nome
Deus no coração
estar vivo
manhã de sol
café com pão de queijo
e vó.
A Menina e o poeta

A menina que parece ainda não ter ido, e brinca.
Sua pele é branca e tem gosto de doce de morando.
A boca rosa bombardeia com palavras inexplicáveis,
E pede o que há muito tempo não pedia:
Para um velho poeta aposentado voltar a trabalhar.

A menina canta em tom desafinado as frases da vida.
As mãos (promissoras pianistas) trocam de função,
E o lápis acostuma-se à esquerda.
Os pés não são menos bonitos que de uma bailarina;
Ambos aprenderam suas funções originais.

A menina busca coragem no seu silêncio particular.
Suas letras pingadas simulam um diálogo,
E a linha de antes é apagada e reconstruída.
Talvez ninguém entenderia,
Mas a natureza pronunciou-se.

A menina pega a pá e brinca de castelo de areia.
Suas verdades são reais, e para isso são próprias.
Ela anda, vem, vai e volta, circula e aparece de novo.
E agora interroga o velho poeta que não fecha mais o livro,
Mas ainda fuxica o lixo ao sentir o perfuma de uma flor,
E nem por isso não tem gana pelo paraíso.

13.9.03

após alguns dias de reclusão, este blogue volta a ter novas palavras. contudo lá vamos nós...

"A poesia não é de quem a faz, mas de quem a usa."