mais uma dose omeopática do finado caneca de palavras :
"a opinião só tem valor quando é expressa e para quantas pessoas ouvirem:
expressar-se no meio de uma avalanche de falas, ideologias caminhos, globalização galopante que não tem hora de aumentar a velocidade; todos brigam contra as forças ocultas de um “mundo moderno” por um lugar ao sol. Dizer seu próprio rumo é afirmar-se em uma sociedade, ou até menos, é concretizar-se em uma roda de amigos. Contudo, o ato de expor idéias, imprimir sentimentos àquilo que é contado não é de grande valor, não é suficiente (de acordo com a moral e a altura dos narizes que recheiam a sociedade atual), pois basta saber se o valor de uma mensagem foi percebido pelo ouvido que a recebeu. Apresentar-se como ser pensante e formulador de idéias então não é o suficiente à valorização do ser: as idéias têm que ter fundamentos! É então estabelecido um problema de interpretação ou de referencial, como preferir, pois uma abstração ideológica ou talvez uma formulação conceitual de algum fato ou personalidade pode, para mim, estar embasado no mais concreto sentido, no entanto, tal momento primo de exercício cerebral não faz diferença nenhuma a meu colega ao lado que escutou as mesmas palavras. Numa conversa seria de boa índole parecer que o contador do caso, por exemplo, está sendo interessantíssimo com o conto contado? Ou seguiremos a originalidade: caso interessante, sorriso no rosto; caso não interessante, face fechada. Ser interessante às pessoas é algo que todos almejam vorazmente, e a aceitação numa sociedade de excluídos é um presente divino. Um novo lugar, uma nova história, novos amigos e novas situações são sempre importantes na vida e de tempos em tempos são necessários, no entanto, com o avanço da idade há uma estagnação em todo este processo, e é neste ponto que a vida deve estar concretizada, porquê neste momento precisaremos dos velhos amigos."
"a opinião só tem valor quando é expressa e para quantas pessoas ouvirem:
expressar-se no meio de uma avalanche de falas, ideologias caminhos, globalização galopante que não tem hora de aumentar a velocidade; todos brigam contra as forças ocultas de um “mundo moderno” por um lugar ao sol. Dizer seu próprio rumo é afirmar-se em uma sociedade, ou até menos, é concretizar-se em uma roda de amigos. Contudo, o ato de expor idéias, imprimir sentimentos àquilo que é contado não é de grande valor, não é suficiente (de acordo com a moral e a altura dos narizes que recheiam a sociedade atual), pois basta saber se o valor de uma mensagem foi percebido pelo ouvido que a recebeu. Apresentar-se como ser pensante e formulador de idéias então não é o suficiente à valorização do ser: as idéias têm que ter fundamentos! É então estabelecido um problema de interpretação ou de referencial, como preferir, pois uma abstração ideológica ou talvez uma formulação conceitual de algum fato ou personalidade pode, para mim, estar embasado no mais concreto sentido, no entanto, tal momento primo de exercício cerebral não faz diferença nenhuma a meu colega ao lado que escutou as mesmas palavras. Numa conversa seria de boa índole parecer que o contador do caso, por exemplo, está sendo interessantíssimo com o conto contado? Ou seguiremos a originalidade: caso interessante, sorriso no rosto; caso não interessante, face fechada. Ser interessante às pessoas é algo que todos almejam vorazmente, e a aceitação numa sociedade de excluídos é um presente divino. Um novo lugar, uma nova história, novos amigos e novas situações são sempre importantes na vida e de tempos em tempos são necessários, no entanto, com o avanço da idade há uma estagnação em todo este processo, e é neste ponto que a vida deve estar concretizada, porquê neste momento precisaremos dos velhos amigos."
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