todo aquele que está em contato com as pessoas é uma parafernália galopante: o cachorro, sua mãe, o professor, a formiga, o gato, a namorada, o amigo, o passarinho, a mulher do irmão da sua cunhada, o pastor, o motorista do ônibus, o porteiro do prédio, o vizinho, o menino do sinal, sua avó, a atendente do serviço de telefonia, o peixe de aquário, o garçom, o filho da caixa do supermercado, o inimigo, o caroneiro, sua tia, meu primo, o padre, ...
estar em contato com pessoas gera loucura, ou várias delas, que nem sempre são aparentes. uma coisa é certa, todos nós somos loucos, em maior ou menor nível eu não sei, mas loucos. no entanto, esta loucura pode ser seccionada em várias fatias de um bolo infinito, como por exemplo as manias, ou seja, uma gama de loucuras periódicas. o número de loucuras é inimaginável, como o encontro de paralelas e uma pessoa tem obrigatoriamente uma fatia deste bolo, e não obrigatoriamente mais de uma, pois saber da existência da(s) loucura(s) particular(es) de cada um fácil, mas não é nada fácil saber o número particular e espécie.
todos por motivo de padrão social de normalidade, ou de tabu, ou até referencial de suposta normalidade, vivem o mesmo padrão. na intimidade das casas é que tudo é revelado. seria como se as pessoas usassem máscaras para irem as ruas e quando chegassem em casa não as tirassem?! sim. em casa é onde tudo acontece e todos são revelados. homem algum conseguiria viver por muito tempo na casa de outro sabendo que pode voltar para a sua, pois ali não poderá liberar seu ser louco interior e lembra que existe um ótimo lugar para isso, sua casa. da mesma maneira o homem que o hospeda, o qual, apesar de estar em casa, é como se não tivesse. a vontade de despejar o hóspede só aumenta, e após o despejo vem a sensação de liberdade, no mesmo lugar, porém não na mesma circunstância.
as parafernálias galopantes traduzem as loucuras do ser, daquele que existe, pensa e se relaciona com seres humanos. uma parafernália galopante é uma desconecção com o padrão de normalidade, ou seja, uma loucura que é vista como normalidade, a mudança de referencial.
ser louco é normal e a completa normalidade não existe, e caso alguém pense isso, este é realmente louco.
estar em contato com pessoas gera loucura, ou várias delas, que nem sempre são aparentes. uma coisa é certa, todos nós somos loucos, em maior ou menor nível eu não sei, mas loucos. no entanto, esta loucura pode ser seccionada em várias fatias de um bolo infinito, como por exemplo as manias, ou seja, uma gama de loucuras periódicas. o número de loucuras é inimaginável, como o encontro de paralelas e uma pessoa tem obrigatoriamente uma fatia deste bolo, e não obrigatoriamente mais de uma, pois saber da existência da(s) loucura(s) particular(es) de cada um fácil, mas não é nada fácil saber o número particular e espécie.
todos por motivo de padrão social de normalidade, ou de tabu, ou até referencial de suposta normalidade, vivem o mesmo padrão. na intimidade das casas é que tudo é revelado. seria como se as pessoas usassem máscaras para irem as ruas e quando chegassem em casa não as tirassem?! sim. em casa é onde tudo acontece e todos são revelados. homem algum conseguiria viver por muito tempo na casa de outro sabendo que pode voltar para a sua, pois ali não poderá liberar seu ser louco interior e lembra que existe um ótimo lugar para isso, sua casa. da mesma maneira o homem que o hospeda, o qual, apesar de estar em casa, é como se não tivesse. a vontade de despejar o hóspede só aumenta, e após o despejo vem a sensação de liberdade, no mesmo lugar, porém não na mesma circunstância.
as parafernálias galopantes traduzem as loucuras do ser, daquele que existe, pensa e se relaciona com seres humanos. uma parafernália galopante é uma desconecção com o padrão de normalidade, ou seja, uma loucura que é vista como normalidade, a mudança de referencial.
ser louco é normal e a completa normalidade não existe, e caso alguém pense isso, este é realmente louco.
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